Forense (Pesquisa/Perícia) de Assaltos Sexuais

"Forense de agressão sexual" é um termo usado para descrever a recolha de provas e tratamento de evidências relacionadas a uma agressão sexual.

Evidência/Prova

O sistema forense trabalha para recolher, preservar e entender evidências que podem ajudar a provar que um crime ocorreu e quem o cometeu.

  • Evidência pode apoiar a declaração do sobrevivente que uma agressão sexual ocorreu.
  • Evidência pode apoiar detalhes da declaração, como a localização, o uso da força e o horário.
  • Evidência pode vincular a/o sobrevivente e alegado autor a um local, mas pode não ser capaz de indicar o consentimento ou a falta de consentimento.
  • As evidências podem estabelecer a identidade de um criminoso por meio de testes de ADN.
  • As evidências podem ser descontadas se forem obtidas ilegalmente ou manipuladas de forma inadequada.

Diferentes tipos de provas

  1. Declarações:
    • O relato da/o sobrevivente do assalto.
    • Declaração da primeira pessoa que foi informada do assalto.
    • Declarações  das Testemunhas.
    • Testemunho de pessoas que coletaram provas/evidências.
  2. Evidência física:
    • Materiais físicos ou itens que ligam o sobrevivente ou agressor ao local e as circunstâncias do incidente. Por exemplo manchas de relva/grama, terra, ou fibras de carpete na roupa podem vincular ambas as partes na cena.
    • Itens que pertencem a/ao sobrevivente que foram tomadas pelo autor.
    • Provas de ADN (link para a página 5), incluindo fluidos corporais tais como sangue, sémen, ou saliva, e outras amostras recolhidas durante o exame de violação/estupro podem confirmar que o contacto físico ocorreu, e podem ser utilizados para identificar um/a criminoso/a.
  3. Outras provas/evidências:
    • Os resultados do kit de toxicologia, se aplicável.
    • Certos registros e comunicações pessoais podem ser tomadas como provas, tais como contas de telefone, notas ou cartas, e-mails ou posts em blogs e outros sites.
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This project was supported by Grant #2009-WF-AX-0014 awarded by the Violence Against Women Grants Office, Office of Justice Programs, U.S. Department of Justice to the Massachusetts Executive Office of Public Safety & Security Office of Grants & Research and subgranted to the Boston Area Rape Crisis Center. Points of view in this document are those of the author(s) and do not necessarily represent the official position or policies of the U.S. Department of Justice or the Massachusetts Executive Office of Public Safety Programs Division.


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